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Não tem cura e sem acompanhamento médico

pode ser FATAL!

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sintomas

Quais são os Sintomas?

O QUE SENTE UMA PESSOA COM ANEMIA FALCIFORME? 

Os sintomas podem ser diferentes de pessoa para pessoa. Dependem da idade, da alimentação e dos cuidados que se tem com a doença.

As pessoas com anemia falciforme podem até não apresentar ou não ter quase nenhum sintoma mas existem alguns pacientes que, mesmo com acompanhamento médico adequado, têm crises muito graves com dores ósseas e na barriga, infecções de nalguns casos podem sofrer derrames cerebrais, ficando com lesões graves e definitivas e ainda complicações devido a danos ocorridos ao longo do tempo, nos órgãos mais importantes, tais como o fígado, os pulmões, o coração e os rins e por vezes necessitam de várias transfusões de sangue com urgência.

Alguns doentes podem ter crises mais intensas e mais rápidas, variando a gravidade e o tipo conforme a idade da pessoa. Na idade adulta também é comum o aparecimento de úlceras (feridas) nas pernas, de difícil cicatrização.

Os bebés têm mais infecções e dores com inchaço nas mãos e nos pés e nas crianças maiores, as dores estão mais localizadas nas pernas, nos braços e na barriga.

Os sintomas que costumam aparecer no primeiro ano de vida e são:

1. A criança chora muito, está irritada e não tem apetite - Significa que está com dores: É o sinal mais frequente. A criança pode ter dores nos ossos e articulações, na barriga, ou noutra parte do corpo. Pode acontecer várias vezes por ano, geralmente quando está mais frio, quando há infecções ou quando não bebe água suficiente.

2. A criança está cansada e tem muito sono – é um sintoma de anemia. Esta anemia não se consegue curar com vitaminas e vai fazer parte da vida do seu filho.

3. Olhos amarelados e urina escura – são sinais de icterícia e não devem ser confundidos com hepatite. Se o seu filho tem anemia falciforme, dê sempre essa informação aos médicos, enfermeiros e técnicos que o acompanham.

4. Barriga inchada – pode significar que a criança tem o baço aumentado e é uma emergência! Se o seu filho tem este sintoma, leve-o imediatamente ao hospital. Peça ao seu médico para lhe ensinar a apalpar o baço, para que você o possa controlar regularmente.

5. Febre alta, tosse ou diarreia – podem ser sinais de infecção e habitualmente aparecem como uma simples gripe ou constipação. Para além da dor que provoca, a infecção agrava a anemia e é a principal causa de morte. Os bebés que sofrem de anemia falciforme têm que tomar antibióticos para tratar e prevenir infecções. Fale com o seu médico sobre isto.

6. Mão e pés inchados e avermelhados – se notar que o seu filho tem os punhos e os tornozelos inchados e vermelhos, procure ajuda médica. Mantenha-lhe essas partes do corpo quentes (luvas e meias) e dê água à criança.

Crises de Dor

Crises de dor

As crises dolorosas são as complicações mais freqüentes da doença falciforme e comumente constituem a sua primeira manifestação. Elas são causadas pelo dano tissular isquêmico secundário à obstrução do fluxo sangüíneo pelas hemácias falcizadas.

A redução do fluxo sangüí- neo causa hipóxia regional e acidose, que podem exacerbar o processo de falcização aumentando o dano isquêmico. Essas crises de dor duram normalmente de quatro a seis dias, podendo, às vezes, persistir por se- manas.

Hipóxia, infecção, febre, acidose, desidratação e exposição ao frio extremo podem precipitar as crises álgicas.

Os pacientes mais velhos citam que a depressão e exaustão física podem ser fatores precipitantes das crises. Os pacientes podem apresentar dor severa nas extremidades, ab- dômen e nas costas. A primeira manifestação de dor na maioria das crianças é a dactilite (ou síndrome mão-pé).

Outras manifestações mús- culo-esqueléticas podem ser simétricas ou não, ou mesmo migratórias com eventual presença de aumento de volume, febre, eritema e calor lo- cal tornando, às vezes, difícil o diagnóstico diferencial com osteomielite, artrite séptica, sinovite e febre reumática.

A dor abdominal pode simular abdômen agudo cirúrgico ou infeccioso, ou processos ginecológicos.

É importante lembrar que, em crianças, as pneumonias, principalmente as de base, podem cursar com dor abdominal. Considerar como fatores de risco: febre maior que 38oC, desidra- tação, palidez, vômitos recorrentes, aumento de volume articular, dor abdominal, sintomas pulmonares agudos, sintomas neurológicos, pria- pismo, processos álgicos que não se resolvem com analgésicos comuns.

O tratamento consiste em eliminar os fatores precipitantes, garantir o re- pouso, assegurar uma boa hidratação (muitas vezes é necessário hidrata- ção parenteral) e analgesia adequada.

 

Fatores de risco


• Febre maior que 38°C
• Desidratação (* rim não concentra urina - hipostenúria)
• Piora da palidez
• Vômitos persistentes
• Aumento de volume articular
• Dor abdominal
• Sintomas pulmonares agudos
• Sintomas neurológicos
• Priapismo
• Dores persistentes que não melhoram com analgésicos comuns